
Pois é.
A EMBRAER, sede em Botucatu, logo ali pertinho e que emprega muita gente de São Manuel, acaba de ser condenada a indenizar um funcionário por assédio moral.
O autor da denúncia que levou a Justiça do Trabalho a condenar a empresa em uma indenização de 70 mil reais é: Abelardo Wanderlino da Costa Neto, funcionário da empresa desde 1995 e atualmente tambem vereador de Botucatu.
Leia a matéria completa do Jornal da Cidade de Bauru, edição desta quinta feira:
" A Justiça do Trabalho de Botucatu condenou a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) a pagar R$ 70 mil, a título de danos morais, a um trabalhador da unidade instalada no município que, em 2009, ingressou com ação trabalhista contra a empresa por assédio moral. De acordo com ele, pelo fato de ser sindicalista, as perseguições por parte dos diretores eram constantes. O advogado da Embraer, Ézio Antônio Winckler Filho, informou que já recorreu da decisão e que está aguardando julgamento do pedido.
O assédio moral representa abuso de poder por parte do empregador e pode se caracterizar por políticas nocivas de gestão empresarial que resultam em conduta abusiva, prolongada e repetitiva. Tais atitudes, segundo a Justiça, agridem a dignidade do trabalhador, causando-lhe humilhação, constrangimento, inferiorização, ridicularização, vexame, menosprezo, indignação e hostilização e podem ocasionar graves danos à sua saúde física e mental.
O autor da ação, Abelardo Wanderlino da Costa Neto, que hoje é vereador na cidade pelo PV, conta que ingressou no quadro de funcionários da Embraer em 1995. As perseguições, segundo depoimento prestado por ele ao juiz do Trabalho, Maurício de Almeida, em audiência realizada no último mês de maio, teriam começado entre 2000 e 2002. “Desde que entrei na Embraer, eu sempre tive uma tendência em defender os direitos do trabalhador”, diz.
Além de fazer parte da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Embraer, o funcionário é filiado ao Sindiaeroespacial (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção de Aeronaves, Equipamentos Gerais Aeroespacial, Aeropeças, Montagem e Reparação de Aeronaves e Instrumentos Aeroespacial do Estado de São Paulo).
De acordo com Abelardo, os funcionários passaram a ser impedidos pelas chefias de conversar com ele no local de trabalho, por meio de ameaças veladas, a partir de 2004. “Ninguém podia conversar comigo. Comecei a ficar constrangido de conversar com as pessoas. Até para ir ao banheiro eu ficava constrangido”, declara. “Começou uma vigilância muito grande. Os trabalhadores não falavam porque, em tese, eles tinham medo de ser mandados embora por não ter garantia de emprego”.
O fato, segundo ele, teria sido denunciado a duas assistentes sociais da empresa, em 2004 e 2008. O funcionário, mesmo fazendo parte da CIPA, também seria impedido de ingressar no ambulatório da empresa para averiguar questões relacionadas à medicina e segurança do trabalho. Além disso, o funcionário alega que chegou a ser advertido por seu supervisor por ter faltado ao trabalho, mesmo com entrega no prazo do atestado médico.
Em seu depoimento, Abelardo revela ainda que recebeu suspensões por supostas agressões verbais a superiores e fatos mal explicados e que, quando ia ao banheiro, após cerca de dois minutos, um monitor ia até o local para vigiá-lo. Em 2005, ele conta que foi transferido de setor e que a empresa colocou uma câmera de vídeo com o ângulo posicionado em direção ao seu computador, enquanto os outros equipamentos vigiavam o corredor."
Agora, o lado da Empresa:
"Em sua defesa na ação, a Embraer negou a ocorrência de assédio moral contra Abelardo e destacou que, pelo seu reconhecimento nacional e internacional, prezava pelos princípios básicos da ética, do respeito ao ser humano e às leis e da vida social e priorizava “a política de bem estar e qualidade de vida de seus empregados”.
A empresa declarou ainda que não tinha motivos para perseguir qualquer empregado por reivindicar direitos e que as medidas disciplinares aplicadas ao trabalhador foram proporcionais às faltas por ele praticadas. Segundo a Embraer, Abelardo teria apresentado, somente em 2009, 44 atestados médicos, além de faltas justificadas e injustificadas.
Após ouvir duas testemunhas arroladas pelo autor da ação trabalhista, que confirmaram as denúncias feitas por ele, e três testemunhas convocadas pela empresa, que alegaram desconhecer as perseguições, o juiz do Trabalho concluiu que haviam provas suficientes para que o assédio moral fosse comprovado. “Tais fatos comprovam que o reclamante era perseguido pelos seus superiores hierárquicos e tratado de forma humilhante no ambiente de trabalho”, diz a sentença.
O juiz também considerou inadmissível o fato de a Embraer, mesmo com a designação de assistentes sociais para ouvir as reclamações dos trabalhadores, após a concretização da queixa, chamar o denunciante à sala da diretoria para se explicar perante o diretor e os supervisores, fato este relatado por Abelardo e confirmado por uma das testemunhas da própria empresa.
“Mais do que a vontade de perseguir, restou comprovada a disposição dos prepostos da empresa-ré, agregada às suas atuações abusivas de fiscalização, de manter o autor em permanente estado de alerta, o que se afigura como típico terror psicológico”, afirma. A indenização no valor de R$ 70 mil, referente a danos morais, visa, segundo a sentença, coibir a repetição do ato pela empresa.
Abelardo, que está suspenso da Embraer há cerca de dois meses, sem receber salário, por conta de outra ação que tramita na esfera judicial, considerou a decisão da Justiça do Trabalho satisfatória. “Minha preocupação não é nem tanto com a parte do valor, e sim em mostrar aos trabalhadores que, quando tem a Justiça, você tem que ir atrás e não ficar acuado”.
Procurado pelo Jornal da Cidade, o advogado da Embraer na ação, Ézio Antônio Winckler Filho, revelou que não tem autorização para comentar a decisão, mas informou que já ingressou com recurso junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região para tentar reverter a sentença. O pedido, de acordo com ele, ainda não foi julgado. A reportagem também entrou em contato com o departamento de RH da empresa em Botucatu, mas não conseguiu falar com as duas funcionárias que seriam responsáveis pela assessoria de comunicação."
Vamos aguardar a decisão final da Justiça, já que a Empresa recorreu da decisão.
Mas fica o exemplo às empresas que perseguem funcionários, algumas, principalmente por causa de POLÍTICA!
Não é o caso da Embraer .
Mas é o caso de um MONTE de empresas que misturam vida particular do cidadão com vida profissional.
FIAÇÃO!

Daí que o pessoal que trabalha na Fiação de São Manuel está reclamando que no dia 03 de outubro, domingo, dia das eleições, eles terão que trabalhar.
Particularmente não acho que a empresa deveria fazer com que o empregado trabalhasse num dia como esse.
É muito demorado. Filas se formam nas seções eleitorais.
E outra: o funcionário quer tempo para pensar. Votar na correria é FODA!
Mas é apenas uma opinião.
A Fiação já decidiu e ponto final, até porque, não é contra a lei.
O Nilmar Sanches, que é o chefe do Cartório da 129ª Zona Eleitoral-São Manuel, concedeu entrevista ao programa Sociais, com D. Nenê e Thiago Melego.
E uma das perguntas era se os eleitores que trabalham no dia da eleição teriam que folgar nesse dia.
A resposta:
"A empresa será obrigada a liberar o funcionário durante um certo tempo para que ele possa votar. Mas isso não significa que eles serão dispensados do trabalho!"
Portanto, quem trabalha no dia da eleição deverá votar e voltar ao trampo.
E vai se fazer o quê???
CLÍNICA PARA DEPENDENTES!

Uma das maiores reivindicações da população local, é a construção de uma Clínica de Recuperação para Dependentes Químicos!
Nós, que trabalhamos na imprensa e temos muito contato com o povo, acompanhamos de perto o sofrimento do pai, ou da mãe, toda vez que precisam internar um filho, um neto ou até o marido, que estão se matando no vício.
Mas, por aqui em terras de Primeiro Ministro, pelo menos por enquanto, nada se fala sobre o assunto.
Dizem que uma Clínica desse porte custa muito ao município e piriri e pororó...
É sempre a mesma conversa. Sempre o mesmo blá blá blá.
Engraçado que, DINHEIRO para DIRETORIAS inúteis tem de sobra.
Tem DIRETORIA com papel de destaque, é claro que tem.
Mas uma meia dúzia nem serve pra nada e estão lá, gastando nosso dim dim.
Seria uma economia e tanto se transformassem algumas DIRETORIAS em trabalhos voluntários.
Por exemplo: a Diretoria de Turismo bem poderia ser através de uma parceria com a Faculdade Marechal Rondon.
Tem lá o Curso de Turismo, não tem? Pois é.
Convoca os alunos de destaque para fazerem estágio na Diretoria.
Bom para eles, bom pra nós.
Mas que nada.
É salário alto em cima de salário.
Fora os carguinhos para apaniguados e "cumpadis"... Assim não dá!
Em Botucatu, o Secretário de Estado da Saúde, que a visitou para ver as obras do novo Hospital que estão construindo, afirmou que será construida uma Clínica de Reabilitação a Dependentes Químicos.
Lá pode. Aqui não!
Falta vontade por aqui, essa é a grande verdade!
Em quesito SAÚDE, DEZ a ZERO pra Botucatu hein?
DENÚNCIA!

Pois é.
Ontem, durante o Show da Clube AM, recebi a DENÚNCIA de uma ouvinte que teria ligado no Conselho Tutelar, por diversas vezes, para fazer uma denúncia anônima e que não teria sido atendida porque lá NÃO SE RECEBE DENÚNCIAS ANÔNIMAS!
Segundo a ouvinte, ao constatar o número restrito, a conselheira de plantão nem atendia às chamadas!
Ela então ligou para a Guarda Municipal e o Guarda entrou em contato com a Conselheira que teria dito que não receberia a denúncia porque era anônima.
Levei pro ar a reclamação desta ouvinte, pois a denúncia é grave!
Trata-se de um padrasto que estaria agredindo seu enteado, uma criança de 05 anos no máximo!
Disse esta ouvinte que a criança é agredida TODOS OS DIAS!
Ao fazer a reclamação da ouvinte, tive o cuidado de destacar o trabalho do Conselho Tutelar de nossa cidade, o qual não tem sido alvo de críticas.
Pelo menos em meu programa não costumo receber críticas ao Conselho, o que significa que o trabalho deles está a contento.
Dez minutos depois de feita a reclamação, recebi um telefonema de Conselheiras.
Educadamente, elas explicaram-me que, É CLARO QUE O CONSELHO TUTELAR RECEBE DENÚNCIAS ANÔNIMAS!
Aliás, disse uma delas, trabalhamos quase na totalidade com denúncias anônimas.
Para resolver esta questão veiculada no Show da Clube, vamos marcar uma entrevista com o pessoal do Conselho Tutelar.
Assim, ficaremos conhecendo o trabalho do Conselho e, ao mesmo tempo, a população receberá orientação de como denunciar.
Assim que agendarmos a entrevista volto aqui e comunico para vocês!
2ª NOITE ÁRABE!

Recebi de minha amiga Patrícia Coelho e repasso para vocês!
É a 2ª NOITE ÁRABE que acontece no dia 16 de outubro, no Rotary Club São Manuel, às 20:00 horas!
Uma promoção do Rotaract.
Mais informações: 3841 3899.
Reservas de mesas e ingressos nesse telefone.
Sucesso pessoal do Rotaract!
Boa quinta!
E passa a régua!
A EMBRAER, sede em Botucatu, logo ali pertinho e que emprega muita gente de São Manuel, acaba de ser condenada a indenizar um funcionário por assédio moral.
O autor da denúncia que levou a Justiça do Trabalho a condenar a empresa em uma indenização de 70 mil reais é: Abelardo Wanderlino da Costa Neto, funcionário da empresa desde 1995 e atualmente tambem vereador de Botucatu.
Leia a matéria completa do Jornal da Cidade de Bauru, edição desta quinta feira:
" A Justiça do Trabalho de Botucatu condenou a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) a pagar R$ 70 mil, a título de danos morais, a um trabalhador da unidade instalada no município que, em 2009, ingressou com ação trabalhista contra a empresa por assédio moral. De acordo com ele, pelo fato de ser sindicalista, as perseguições por parte dos diretores eram constantes. O advogado da Embraer, Ézio Antônio Winckler Filho, informou que já recorreu da decisão e que está aguardando julgamento do pedido.
O assédio moral representa abuso de poder por parte do empregador e pode se caracterizar por políticas nocivas de gestão empresarial que resultam em conduta abusiva, prolongada e repetitiva. Tais atitudes, segundo a Justiça, agridem a dignidade do trabalhador, causando-lhe humilhação, constrangimento, inferiorização, ridicularização, vexame, menosprezo, indignação e hostilização e podem ocasionar graves danos à sua saúde física e mental.
O autor da ação, Abelardo Wanderlino da Costa Neto, que hoje é vereador na cidade pelo PV, conta que ingressou no quadro de funcionários da Embraer em 1995. As perseguições, segundo depoimento prestado por ele ao juiz do Trabalho, Maurício de Almeida, em audiência realizada no último mês de maio, teriam começado entre 2000 e 2002. “Desde que entrei na Embraer, eu sempre tive uma tendência em defender os direitos do trabalhador”, diz.
Além de fazer parte da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Embraer, o funcionário é filiado ao Sindiaeroespacial (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção de Aeronaves, Equipamentos Gerais Aeroespacial, Aeropeças, Montagem e Reparação de Aeronaves e Instrumentos Aeroespacial do Estado de São Paulo).
De acordo com Abelardo, os funcionários passaram a ser impedidos pelas chefias de conversar com ele no local de trabalho, por meio de ameaças veladas, a partir de 2004. “Ninguém podia conversar comigo. Comecei a ficar constrangido de conversar com as pessoas. Até para ir ao banheiro eu ficava constrangido”, declara. “Começou uma vigilância muito grande. Os trabalhadores não falavam porque, em tese, eles tinham medo de ser mandados embora por não ter garantia de emprego”.
O fato, segundo ele, teria sido denunciado a duas assistentes sociais da empresa, em 2004 e 2008. O funcionário, mesmo fazendo parte da CIPA, também seria impedido de ingressar no ambulatório da empresa para averiguar questões relacionadas à medicina e segurança do trabalho. Além disso, o funcionário alega que chegou a ser advertido por seu supervisor por ter faltado ao trabalho, mesmo com entrega no prazo do atestado médico.
Em seu depoimento, Abelardo revela ainda que recebeu suspensões por supostas agressões verbais a superiores e fatos mal explicados e que, quando ia ao banheiro, após cerca de dois minutos, um monitor ia até o local para vigiá-lo. Em 2005, ele conta que foi transferido de setor e que a empresa colocou uma câmera de vídeo com o ângulo posicionado em direção ao seu computador, enquanto os outros equipamentos vigiavam o corredor."
Agora, o lado da Empresa:
"Em sua defesa na ação, a Embraer negou a ocorrência de assédio moral contra Abelardo e destacou que, pelo seu reconhecimento nacional e internacional, prezava pelos princípios básicos da ética, do respeito ao ser humano e às leis e da vida social e priorizava “a política de bem estar e qualidade de vida de seus empregados”.
A empresa declarou ainda que não tinha motivos para perseguir qualquer empregado por reivindicar direitos e que as medidas disciplinares aplicadas ao trabalhador foram proporcionais às faltas por ele praticadas. Segundo a Embraer, Abelardo teria apresentado, somente em 2009, 44 atestados médicos, além de faltas justificadas e injustificadas.
Após ouvir duas testemunhas arroladas pelo autor da ação trabalhista, que confirmaram as denúncias feitas por ele, e três testemunhas convocadas pela empresa, que alegaram desconhecer as perseguições, o juiz do Trabalho concluiu que haviam provas suficientes para que o assédio moral fosse comprovado. “Tais fatos comprovam que o reclamante era perseguido pelos seus superiores hierárquicos e tratado de forma humilhante no ambiente de trabalho”, diz a sentença.
O juiz também considerou inadmissível o fato de a Embraer, mesmo com a designação de assistentes sociais para ouvir as reclamações dos trabalhadores, após a concretização da queixa, chamar o denunciante à sala da diretoria para se explicar perante o diretor e os supervisores, fato este relatado por Abelardo e confirmado por uma das testemunhas da própria empresa.
“Mais do que a vontade de perseguir, restou comprovada a disposição dos prepostos da empresa-ré, agregada às suas atuações abusivas de fiscalização, de manter o autor em permanente estado de alerta, o que se afigura como típico terror psicológico”, afirma. A indenização no valor de R$ 70 mil, referente a danos morais, visa, segundo a sentença, coibir a repetição do ato pela empresa.
Abelardo, que está suspenso da Embraer há cerca de dois meses, sem receber salário, por conta de outra ação que tramita na esfera judicial, considerou a decisão da Justiça do Trabalho satisfatória. “Minha preocupação não é nem tanto com a parte do valor, e sim em mostrar aos trabalhadores que, quando tem a Justiça, você tem que ir atrás e não ficar acuado”.
Procurado pelo Jornal da Cidade, o advogado da Embraer na ação, Ézio Antônio Winckler Filho, revelou que não tem autorização para comentar a decisão, mas informou que já ingressou com recurso junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região para tentar reverter a sentença. O pedido, de acordo com ele, ainda não foi julgado. A reportagem também entrou em contato com o departamento de RH da empresa em Botucatu, mas não conseguiu falar com as duas funcionárias que seriam responsáveis pela assessoria de comunicação."
Vamos aguardar a decisão final da Justiça, já que a Empresa recorreu da decisão.
Mas fica o exemplo às empresas que perseguem funcionários, algumas, principalmente por causa de POLÍTICA!
Não é o caso da Embraer .
Mas é o caso de um MONTE de empresas que misturam vida particular do cidadão com vida profissional.
FIAÇÃO!

Daí que o pessoal que trabalha na Fiação de São Manuel está reclamando que no dia 03 de outubro, domingo, dia das eleições, eles terão que trabalhar.
Particularmente não acho que a empresa deveria fazer com que o empregado trabalhasse num dia como esse.
É muito demorado. Filas se formam nas seções eleitorais.
E outra: o funcionário quer tempo para pensar. Votar na correria é FODA!
Mas é apenas uma opinião.
A Fiação já decidiu e ponto final, até porque, não é contra a lei.
O Nilmar Sanches, que é o chefe do Cartório da 129ª Zona Eleitoral-São Manuel, concedeu entrevista ao programa Sociais, com D. Nenê e Thiago Melego.
E uma das perguntas era se os eleitores que trabalham no dia da eleição teriam que folgar nesse dia.
A resposta:
"A empresa será obrigada a liberar o funcionário durante um certo tempo para que ele possa votar. Mas isso não significa que eles serão dispensados do trabalho!"
Portanto, quem trabalha no dia da eleição deverá votar e voltar ao trampo.
E vai se fazer o quê???
CLÍNICA PARA DEPENDENTES!

Uma das maiores reivindicações da população local, é a construção de uma Clínica de Recuperação para Dependentes Químicos!
Nós, que trabalhamos na imprensa e temos muito contato com o povo, acompanhamos de perto o sofrimento do pai, ou da mãe, toda vez que precisam internar um filho, um neto ou até o marido, que estão se matando no vício.
Mas, por aqui em terras de Primeiro Ministro, pelo menos por enquanto, nada se fala sobre o assunto.
Dizem que uma Clínica desse porte custa muito ao município e piriri e pororó...
É sempre a mesma conversa. Sempre o mesmo blá blá blá.
Engraçado que, DINHEIRO para DIRETORIAS inúteis tem de sobra.
Tem DIRETORIA com papel de destaque, é claro que tem.
Mas uma meia dúzia nem serve pra nada e estão lá, gastando nosso dim dim.
Seria uma economia e tanto se transformassem algumas DIRETORIAS em trabalhos voluntários.
Por exemplo: a Diretoria de Turismo bem poderia ser através de uma parceria com a Faculdade Marechal Rondon.
Tem lá o Curso de Turismo, não tem? Pois é.
Convoca os alunos de destaque para fazerem estágio na Diretoria.
Bom para eles, bom pra nós.
Mas que nada.
É salário alto em cima de salário.
Fora os carguinhos para apaniguados e "cumpadis"... Assim não dá!
Em Botucatu, o Secretário de Estado da Saúde, que a visitou para ver as obras do novo Hospital que estão construindo, afirmou que será construida uma Clínica de Reabilitação a Dependentes Químicos.
Lá pode. Aqui não!
Falta vontade por aqui, essa é a grande verdade!
Em quesito SAÚDE, DEZ a ZERO pra Botucatu hein?
DENÚNCIA!

Pois é.
Ontem, durante o Show da Clube AM, recebi a DENÚNCIA de uma ouvinte que teria ligado no Conselho Tutelar, por diversas vezes, para fazer uma denúncia anônima e que não teria sido atendida porque lá NÃO SE RECEBE DENÚNCIAS ANÔNIMAS!
Segundo a ouvinte, ao constatar o número restrito, a conselheira de plantão nem atendia às chamadas!
Ela então ligou para a Guarda Municipal e o Guarda entrou em contato com a Conselheira que teria dito que não receberia a denúncia porque era anônima.
Levei pro ar a reclamação desta ouvinte, pois a denúncia é grave!
Trata-se de um padrasto que estaria agredindo seu enteado, uma criança de 05 anos no máximo!
Disse esta ouvinte que a criança é agredida TODOS OS DIAS!
Ao fazer a reclamação da ouvinte, tive o cuidado de destacar o trabalho do Conselho Tutelar de nossa cidade, o qual não tem sido alvo de críticas.
Pelo menos em meu programa não costumo receber críticas ao Conselho, o que significa que o trabalho deles está a contento.
Dez minutos depois de feita a reclamação, recebi um telefonema de Conselheiras.
Educadamente, elas explicaram-me que, É CLARO QUE O CONSELHO TUTELAR RECEBE DENÚNCIAS ANÔNIMAS!
Aliás, disse uma delas, trabalhamos quase na totalidade com denúncias anônimas.
Para resolver esta questão veiculada no Show da Clube, vamos marcar uma entrevista com o pessoal do Conselho Tutelar.
Assim, ficaremos conhecendo o trabalho do Conselho e, ao mesmo tempo, a população receberá orientação de como denunciar.
Assim que agendarmos a entrevista volto aqui e comunico para vocês!
2ª NOITE ÁRABE!
Recebi de minha amiga Patrícia Coelho e repasso para vocês!
É a 2ª NOITE ÁRABE que acontece no dia 16 de outubro, no Rotary Club São Manuel, às 20:00 horas!
Uma promoção do Rotaract.
Mais informações: 3841 3899.
Reservas de mesas e ingressos nesse telefone.
Sucesso pessoal do Rotaract!
Boa quinta!
E passa a régua!

Tenho impressão que não existe mais o Curso de Turismo na Faculdade Marechal Rondon. A confirmar.
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